Diário de Viagem (Petrópolis – Barbacena – Tiradentes – São João D. Rei)
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por Carmen Hahn
Expornota: Em junho de 2024, nossa fundadora Carina Martins Costa realizou uma viagem de campo com a turma de Arquitetura no Brasil 1 da UERJ – Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Em 2024, já publicamos um relato poético sobre a viagem, e hoje a relembramos através deste também incrível diário ilustrado de viagem, por Carmen Hahn.

por Carmen Hahn
Disciplina: Arquitetura no Brasil 1

Igreja Matriz de Santo Antônio – Tiradentes, MG

A viagem começou de manhã cedo, cheguei ao ponto de encontro às 7:30 da manhã, na Catedral de São Pedro de Alcântara, e partimos por volta das 8:00
Voltamos à Fábrica de Pisos Hidráulicos, em Barbacena. Aprendemos, de forma prática, sobre como os ladrilhos são feitos. Além disso, a sua arquitetura, simples e acolhedora, foi uma surpresa agradável.
Inclusive, na entrada da fábrica vi um gato se escondendo em um arbusto.


A próxima parada já foi em Tiradentes, o Museu de Santana. Foi uma surpresa agradável ao conhecer sobre o trabalho de restauro que foi feito na antiga cadeia. Principalmente por ao ver de fora, não imaginava ser um museu, e visto de dentro trazia um aspecto sofisticado ao ambiente.

O que também chamou minha atenção foi o logotipo na entrada, desenhado acima, com a junção de um”A” de Santa Ana, com o símbolo de sua coroa por trás.
Tiradentes, 4 de junho de 2024
O segundo dia de viagem começou com uma surpresa no café da manhã. Enquanto esperava na fila para entrar no refeitório, olhei para o lado e vi um pequeno chafariz, um varal de roupa e um campo de futebol atrás. Uma coisa simples que me trouxe conforto.

Após o almoço no Montanha’s e explorar a cidade, fomos a São João del-Rei. Nossa primeira parada foi na Igreja de São Francisco de Assis. Seu exterior barroco e de grande magnitude. Em seu interior, o que mais chamou a minha atenção foi o padrão de seu piso.



O último dia de viagem foi voltado a Tiradentes. Voltamos à Igreja de Santo Antônio, o Santuário da Santíssima Trindade, o Museu da Liturgia e, por último, em Tiradentes, o Chafariz de São José.
Tanto a Igreja de Santo Antônio quanto o Santuário da Santíssima Trindade foram fundamentais para concluir o estudo de campo sobre as arquiteturas religiosas.
O que mais chamou a minha atenção, arquitetonicamente, foi a fênix segurando uma lâmpada na Igreja de Santo Antônio.




Desse modo, termino esse diário de viagem dizendo que essa viagem foi muito enriquecedora para conhecer mais sobre a arquitetura brasileira. Agradeço por ler até aqui.
Atenciosamente,
Carmen Hahn
